Com a Páscoa à porta, tome nota de sete dicas para poupar em casa

Com a Páscoa à porta, tome nota de sete dicas para poupar em casa

A Páscoa aproxima-se e, para muitos, esta é a altura de reunir a família à mesa. Mais pessoas em casa pode significar também uma fatura energética mais ‘pesada’.

Nesta sentido, a Selectra apresenta sete dicas que podem ajudar a reduzir as suas despesas nesta Páscoa. Tome nota:

1. Controle a temperatura de sua casa

“Providenciar um ambiente confortável não significa ter de ligar o aquecimento para valores semelhantes aos de um dia de verão! Isto é, uma temperatura média de 20ºC deverá ser mais que suficiente para garantir um ar ameno, principalmente se não existirem fugas de ar dentro da área que pretende aquecer.”

2. Limite o consumo de dispositivos eletrónicos

“A Páscoa caracteriza-se por momentos de união em família, certo? Então dê continuidade a esta tradição e deixe os dispositivos eletrónicos de lado neste dia. Para além de ser uma oportunidade para conviver com os seus entes mais próximos, é também uma excelente forma de poupança de energia!”

3. Privilegie a iluminação natural

“Se o dia assim o permitir, abra as cortinas de sua casa e deixe que o sol ilumine o seu interior. Não são raras as vezes que ligamos as luzes antes de anoitecer, sem sequer considerarmos esta hipótese mas, de facto, para atividades que não requerem grande esforço ocular, a iluminação natural é perfeitamente capaz de assegurar essa função. E agora que entrámos recentemente no horário de verão, as oportunidades para poupar energia são ainda maiores!”

4. Torne as descargas de autoclismo, mais eficientes

“Se está à espera de receber visitas durante estes dias, é provável que o número de descargas do seu autoclismo dispare. Mas sabia que só o simples ato de encher uma garrafa com água e colocá-la dentro do depósito, consegue aumentar consideravelmente a sua eficiência energética? E para além disso, tem ainda a vantagem de reduzir a quantidade de água que é libertada em cada descarga.”

5. Tenha atenção às panelas que utiliza

“Cada panela tem o seu lugar no fogão! Ou, melhor dizendo, os tachos pequenos destinam-se às bocas mais pequenas e as maiores, ocupam os espaços superiores. Isto porque, ao utilizar uma panela que não se adeque ao tamanho do fogão, muita energia acaba por ser desperdiçada, sendo que nem sequer contribui para que os alimentos sejam confecionados mais rapidamente.”

6. Ligar o fogão no máximo, não ajuda a cozinhar mais depressa

“Quando se atrasa a confecionar o almoço, o seu primeiro instinto é colocar a potência do fogão no máximo? Fique a saber que isso não acelera automaticamente o processo! A melhor maneira de garantir que tem o almoço preparado a horas para receber a sua família, é cortando os alimentos em pedaços mais pequenos e tapando a panela durante a sua confeção. Desta forma, poupa não só tempo como também energia!”

7. Deixe a tarefa de lavar a loiça para a máquina!

“Depois de almoço, é natural que alguém se ofereça para lavar a loiça, mas o melhor é mesmo recusar gentilmente essa oferta já que, utilizar a máquina é consideravelmente mais barato e gasta muito menos recursos. No entanto, para que este aparelho possa ser totalmente eficiente, deve ser utilizado na sua capacidade máxima e de preferência, num programa ‘eco’ que consegue reduzir o consumo de eletricidade em até 45%.”

 

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Casa eficiente: Cinco passos para pedir o certificado energético

Casa eficiente: Cinco passos para pedir o certificado energético

Uma casa eficiente é também uma casa que permite alguma poupança, já que permite um consumo energético mais eficiente. Ora, medir o nível de eficiência energética de uma casa é essencial para perceber como a pode melhorar e poupar – o ambiente e a carteira.

 

“Neste sentido, existem os certificados energéticos, que classificam o desempenho energético de uma casa ou edifício, numa escala de F (muito pouco eficiente) a A+ (muito eficiente), e apresentam medidas que podem reduzir o consumo de energia e melhorar o conforto térmico. Além disso, estes permitem ainda aceder a financiamento com melhores taxas, usufruir de benefícios fiscais em sede de IMI ou IMT, ou reduzir taxas para a reabilitação de imóveis”, explica a plataforma Casavo.

A plataforma digital para o mercado residencial partilha cinco dicas para obter o certificado energético. Tome nota: 

  1. Contactar um perito qualificado: “Apenas arquitetos ou engenheiros, com experiência mínima de 5 anos e reconhecidos pela Agência para a Energia (ADENE), entidade gestora do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios, estão habilitados para avaliar e determinar a eficiência da casa e posteriormente emitir o documento, pelo que é importante assegurar que se consulta o perito adequado”;
  2. Pedir o orçamento: “O valor do registo e emissão do certificado energético varia consoante a dimensão da habitação e da utilização dos espaços (habitação ou comércio e serviços), sendo que a este valor se juntam os honorários dos peritos. Enquanto se mantiverem válidos, no período de dez anos para habitação, os certificados energéticos podem ser atualizados sem que seja necessário realizar um novo pagamento, sendo que o perito poderá cobrar honorários”;
  3. Agendar a visita do perito: “Depois de decidir qual o perito indicado, este terá de se deslocar à casa para a analisar e avaliar. Nesta visita, irá procurar recolher o máximo de informação possível para aferir a eficiência energética da casa e realizar o certificado”;
  4. Reunir a informação necessária: “Antes da visita, deve-se reunir toda a documentação referente ao imóvel, nomeadamente, uma cópia da planta do imóvel, a caderneta predial urbana, a certidão de registo na conservatória e a ficha técnica, que deve incluir especificações técnicas dos materiais e sistemas da casa”;
  5. Consultar a primeira versão do relatório: “É importante pedir para verificar a versão prévia do relatório e conferir os dados que constam no documento. Antes da emissão oficial, o perito pode enviar uma cópia, sem validade legal, para que o proprietário possa confirmar se está tudo de acordo com a visita”.

 

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Cinco aspetos a considerar para ter uma ‘casa verde’

Cinco aspetos a considerar para ter uma ‘casa verde’

A sustentabilidade é uma preocupação que pode começar, desde logo, pelas nossas casas, até porque 83% dos investidores imobiliários preveem uma procura crescente por edifícios sustentáveis.

Uma vez que se trata de uma tendência em ascensão, a GesConsult, uma empresa especializada na gestão e fiscalização de obras, apresenta, em comunicado, cinco aspetos a considerar no momento de construir ou remodelar uma casa. Tome nota:

1. Localização do projeto: “A decisão sobre o terreno de implantação de uma habitação dá o mote para uma construção mais ou menos sustentável. É importante estudar a tipologia do terreno e o ambiente existente, de modo a adaptar a construção o mais possível garantido uma pegada ecológica mais reduzida”;

2. Escolha de materiais: “Numa casa ‘verde’, a decisão sobre matérias-primas tende a privilegiar as provenientes de uma produção sustentável ou com origem reciclada. Assim, na hora de tomar decisões, seguir o caminho sustentável passa por contemplar os materiais certos”;

3. Isolamento térmico: “Apostar no isolamento térmico adequado de pavimentos, paredes, tetos e mesmo janelas aumenta a eficiência energética de uma casa, além de significar poupança para a carteira – e uma casa energeticamente eficiente é uma casa mais ‘amiga do ambiente'”;

4. Sistemas de reaproveitamento: “Integrar equipamentos e soluções que tirem o máximo rendimento de energias renováveis, como por exemplo painéis solares, permite apostar no reaproveitamento a longo prazo, garantindo mais um passo rumo a uma habitação ‘verde'”;

5. Gestão de resíduos e energia: “O consumo excessivo de materiais e de energia cria um impacto gigante em recursos que são limitados. Integrar sistemas de gestão de materiais e de água em casa ajuda a reduzir efeitos negativos no ambiente”.

 

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Como poupar água: 14 dicas para aplicar todos os dias

Como poupar água: 14 dicas para aplicar todos os dias

Como poupar água para reduzir a fatura mensal e a pegada ecológica? Estas são as nossas dicas para contenção de despesas e proteção do meio ambiente

 

Uma das melhores formas de poupar no dia-a-dia é, sem dúvida, reduzindo o desperdício de água. Dos banhos à confeção de alimentos, quase todos gastamos água desnecessariamente e sem sequer nos apercebermos disso.

Pequenas mudanças de comportamentos podem, assim, fazer toda a diferença no final do mês, quando chega a conta da água para pagar. Além disso é uma responsabilidade de todos preservar ao máximo este recurso cada vez mais escasso no nosso planeta.

Descubra, de seguida, algumas dicas para aprender como poupar água em casa.

 

Na casa de banho

 

1. Feche a torneira enquanto não está a utilizar a água

Fechar a torneira enquanto se está a lavar os dentes ou o cabelo, por exemplo, é algo que nos ensinaram desde sempre, mas que pouca gente faz. A verdade é que este pequeno gesto aplicado diariamente, ao final do mês pode significar uma poupança muito significativa na sua fatura mensal.

Senão repare:

  • Ao lavar as mãos ou os dentes com a torneira aberta, pode gastar cerca de 14 litros de água. Se usar um copo, pode diminuir para apenas 1 litro.
  • Ao manter a torneira aberta enquanto faz a barba, pode gastar até 40 litros de água. Se colocar uma tampa no lavatório, gastará apenas 2 litros.

2. Opte pelo duche

Troque os banhos de imersão, por duches. E quantos mais rápidos melhor.

Um duche de 15 minutos com a torneira aberta, consome cerca de 180 litros. Mas se fechar a água enquanto se ensaboa e diminuir o tempo do duche para 5 minutos, vai reduzir o consumo para apenas 60 litros.

Já num de um banho de imersão, o consumo de água facilmente chega aos 200 litros.

3. Aproveite a água do chuveiro

Há poucas pessoas que utilizam este truque, mas acredite que é um dos mais eficazes para poupar água.

Enquanto espera que aqueça, armazene aqueles bons litros de água que de outra maneira seria deitados a perder. Pode depois reutilizá-la para o autoclismo, para regar as plantas de casa, ou até para lavar pequenas peças de roupa à mão. Faça a experiência.

4. Não use a sanita como caixote do lixo

Se tem por hábito depositar lixo na sanita, saiba que cada vez que descarrega o autoclismo está a gastar entre 7 e 15 litros de água, apenas para se ver livre dele. Ao colocar o lixo no caixote, não gasta água nenhuma.

5. Trate do seu autoclismo

Com o autoclismo podemos poupar água suficiente para reduzir significativamente a conta ao final do mês.

Primeiro, verificando se este tem fugas de água. Para tal, coloque corante no interior do autoclismo. Se vir água colorida na sanita sem fazer qualquer descarga, então é sinal de que há fugas a tratar.

O passo seguinte é reduzir o volume de água que é libertado em cada descarga. Pode fazê-lo instalando um autoclismo de descarga dupla ou simplesmente colocando uma garrafa de plástico cheia dentro do autoclismo.

6. Instale um compressor redutor de caudal

Ao instalar um redutor de caudal numa torneira vai diminuir o desperdício de água em cerca de 50%. Já se instalar um no chuveiro a poupança pode chegar aos 80%. Se possível, faça-o em todas as torneiras e chuveiros que tenha em casa, e com este pequeno passo vai poupar muita água.

 

Na cozinha

 

7. Tenha atenção às máquinas

Na cozinha, o que mais consome água são as máquinas, seja a de lavar loiça ou a de lavar roupa. Nesse sentido, procure colocar as máquinas a trabalhar apenas quando estas tiverem a carga completa. Hoje em dia, também já existem máquinas que têm a opção de meia carga.

8. Não tenha água a pingar

Ter canos ou torneiras a pingar é uma das principais fontes de desperdício de água. Um pingo pode parecer mínimo, mas uma torneira a pingar de 5 em 5 segundos, durante 24 horas, pode gastar 30 litros de água por dia, o que corresponde a mais de 10 mil litros de água por ano.

Vigie sempre as suas canalizações e torneiras e tente resolver o problema das que não estão bem.

9. Use apenas a água de que precisa

Quando vai cozer ovos, por exemplo, não precisa de encher a panela de água. Basta que coloque a quantidade suficiente para cobrir os alimentos. Caso contrário, além de água, também vai gastar mais gás ou eletricidade enquanto espera que esta ferva.

10. Não descongele comida em água a correr

Se descongela comida em água corrente, pense duas vezes antes de o fazer. Não só está a desperdiçar água, como também pode pôr em risco a sua saúde. A descongelação não deve ser feita sob água a correr, nem tampouco no micro-ondas ou à temperatura ambiente, uma vez que propicia a proliferação de bactérias. Ao invés disso, deve deixar os alimentos a descongelar dentro do frigorífico.

 

No jardim

 

11. Não limpe as folhas “à mangueirada”

No jardim, a água deve servir apenas para lavar e não para varrer. Muitas pessoas utilizam a pressão do jato de água para varrer as folhas e outros resíduos sem perceberem com isso que estão a gastar muito mais água do que é suposto. Para este tipo de limpezas, utilize a vassoura.

12. Regue o jardim a horas específicas

Se regar o jardim nas horas de maior calor, parte da água que está a ser utilizada será evaporada, o que a tornará completamente inutilizada. Opte por regar o seu jardim logo de manhã ou ao final do dia. Lembre-se também que não são precisas grandes quantidades de água, uma vez que as plantas não têm capacidade de absorver tudo ao mesmo tempo.

13. Poupe ao lavar o carro

Não lave o carro com uma mangueira. Isto não só desperdiça água como deixa o carro mal lavado. Um balde de água, uma esponja e algum sabão acabam por resultar numa forma de poupar água e lavar melhor o carro, mesmo que encha o balde várias vezes.

Ao lavar o carro com mangueira pode gastar cerca de 500 litros de água. Já se o fizer lavar com balde e esponja, reduzirá o gasto para 50 litros.

14. Reutilize água para regar as plantas

Se usou alguma água apenas para cozer uns legumes ou ovos, esta água está perfeitamente boa para regar as plantas. De facto, ao ferver a água, até a esteve a purificar, logo as plantas agradecem. Certifique-se, no entanto, que deixa a água arrefecer para não cozer as plantas.

Agora que já sabe como poupar água, só falta passar para a prática!

 

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