Qual é a melhor solução de aquecimento para a minha casa sem arruinar a conta bancária?

Qual é a melhor solução de aquecimento para a minha casa sem arruinar a conta bancária?

Descubra as melhores soluções para combater o frio no seu lar sem arruinar a conta bancária, quer viva num apartamento ou numa moradia. 

Não há volta a dar. Se no verão nem nos lembramos de que no inverno faz frio, assim que, no outono, as temperaturas começam a descer, a construção das casas portugueses começa a dar sinal e rapidamente nos lembramos que somos dos europeus que, embora com temperaturas mais amenas durante o inverno, mais frio passamos dentro de casa. Afinal, como aquecer a casa de forma inteligente, para não passar frio mas também não arruinar a conta bancária? Há várias opções, que dependem, acima de tudo, da utilização que tenciona fazer e de quanto está disposto a gastar para manter a sua casa quente.

Em primeiro lugar, vale a pena olhar para janelas e portas: se permitem que o frio entre e o calor saia, dificilmente vai ter uma casa quente de forma eficiente. Se este for o seu caso, faça a calafetagem das janelas e portas e minimize assim a entrada de ar, e resolva também o isolamento das paredes e coberturas de sua casa antes de fazer qualquer outro investimento ao nível da climatização.

 

Com este problema tratado, são várias as opções, no que diz respeito a aquecimento.

 

1. AQUECEDORES A ÓLEO E TERMOVENTILADORES

 

Independentemente de viver numa moradia ou apartamento, a escolha mais imediata parece ser sempre a mesma: aquecedores a óleo ou termoventiladores. São os mais baratos de adquirir, fáceis de transportar entre divisões e parecem cumprir a função, mantendo a casa relativamente quente – apesar de apenas aquecerem uma ou outra divisão, de demorarem algum tempo a aquecer (no caso dos aquecedores a óleo) e de serem ruidosos (no caso dos termoventiladores).
Mas, apesar de muitas vezes serem encarados como a alternativa menos dispendiosa, a verdade é que os gastos com energia são elevados, podendo fazer a fatura de eletricidade mensal aumentar em várias centenas de euros. Se ligar o aparelho apenas durante duas horas por noite numa divisão não gastará muita energia, mas se a ideia é ter várias divisões aquecidas durante toda a noite, a fatura vai subir e muito, podendo chegar a mais de cem euros por mês.
O melhor é fazer as contas e ver se não compensa investir numa alternativa mais eficiente, como o ar condicionado: o investimento inicial poderá ser maior mas as faturas mensais serão mais baixas. Se apenas pretende um uso muito pontual e numa divisão pequena, esta pode ser, ainda assim, a melhor opção para si.

 

2. AQUECEDORES A GÁS

 

Para quem não quer fazer um grande investimento inicial, este tipo de aquecedor é uma alternativa aos aquecedores a óleo: são mais rápidos a aquecer, pois são mais potentes e aquecem facilmente uma divisão.
Como inconveniente têm o facto de ser necessário substituir a botija de gás quando esta termina, mas sobretudo questões de segurança: ainda que os aparelhos mais modernos estejam equipados com melhores sistemas de segurança, não deixa de ter uma bilha de gás num espaço fechado. É preciso ter a casa ventilada para evitar concentrações elevadas de monóxido de carbono – um gás sem cheiro nem cor mas tóxico quando concentrado, e que pode inclusivamente causar a morte por inalação. Não é recomendado o seu uso em quartos ou em qualquer outro lado onde se durma.
Por último, não é verdade que estes aparelhos sejam mais económicos: o custo do kWh do gás butano é superior ao da eletricidade e a eficiência destes equipamentos é menor.

 

3. LAREIRA, SALAMANDRA OU RECUPERADOR DE CALOR

 

Para quem viva em moradias, esta será provavelmente a opção mais barata, se tiver acesso a lenha gratuita, por possuir um terreno com árvores. No entanto, a realidade para a maioria dos portugueses, que vivem em apartamentos nas cidades ou em moradias em terrenos sem árvores.
Neste caso, deve considerar substituir a lenha por pellets, um biocombustível renovável e neutro em carbono, com a forma de um granulado prensado, feito com restos de folhas, serradura e lascas de madeira. Se tiver lareira, deve prestar especial atenção à ventilação de sua casa, bem como à extração de fumos.
As emissões das lareiras são altamente poluentes – para o ambiente e para os seus pulmões, uma vez que respira as partículas libertadas pelo fumo diariamente.
As salamandras, nas suas diferentes versões, são mais compactas, exigem menos esforço de manutenção e o seu rendimento é superior.
Já os recuperadores de calor permitem reter uma maior quantidade de calor, aproveitando entre 50 a 70 % de energia e têm uma fraca emissão de CO2.
Em comum a estes três equipamentos está o preço de aquisição e instalação, que é relativamente alto.

 

4. AQUECIMENTO CENTRAL ATRAVÉS DE CALDEIRA A GÁS

 

É a opção mais confortável e a que lhe garante uma casa mais quente, por inteiro, sem originar qualquer desconforto físico ou de saúde. Mas os custos são elevados, não só de instalação como de faturas mensais de gás, em particular se for gás propano ou butano, que são mais caros – ao contrário do gás natural que é mais económico que a eletricidade.

Os mais recentes modelos de caldeiras de condensação são muito eficientes, o que leva a uma poupança no final do mês. No entanto, a instalação, caso não seja de raiz (na construção ou reconstrução da casa) é complicada.

 

5. AR CONDICIONADO

 

O ar condicionado é cada vez mais o aquecimento de eleição, tanto para moradias como apartamentos. É dos sistemas mais eficientes (chegam a ser 6 vezes mais eficientes) e pode ser utilizado durante todo o ano, permitindo controlar a temperatura desejada e mantê-la constante sempre que quiser. Em dias frios, aquece a casa bastante rápido, criando um ambiente aconchegante. No verão, permite arrefecer a sua casa com eficácia e combater o desconforto causado pelo calor excessivo.

 

Os modelos modernos de ar condicionado não consomem muita energia quando comparados com outras alternativas e não têm riscos para a saúde, desde que se faça manutenção e limpeza anual dos filtros. Como único inconveniente têm os custos iniciais: podem ser um pouco mais dispendiosos de instalar face a outras soluções.
Mas vale a pena fazer as contas, pois o investimento inicial depressa se dissipa e pode ganhar muito em conforto e qualidade de vida.

 

QUAL A MELHOR ESCOLHA PARA AQUECER A CASA?

 

A primeira resposta a esta pergunta é simples: calafetar e/ou substituir portas e janelas é uma condição obrigatória para que qualquer sistema de climatização funcione da forma mais eficaz. Depois deste passo dado, é então altura de escolher a melhor solução para a sua casa e a sua família.
Fazendo as contas, a solução mais completa, eficiente e transversal a toda a casa, mas também a todo o ano é, sem dúvida, o ar condicionado. É certo que, para quem tem acesso a lenha gratuita (sobretudo em moradias), as salamandras são uma solução económica; e que o aquecimento central é muito eficaz em manter a sua casa aquecida. No entanto, apenas o ar condicionado consegue aquecer e refrescar a sua casa – sendo por isto um eletrodoméstico para o ano inteiro – de forma económica e sem grandes impactos na fatura mensal (o maior investimento está na instalação). E é uma solução de aquecimento que tanto serve para moradias como apartamentos.

 

Ver notícia original
Renováveis abasteceram 59% do consumo de eletricidade em Portugal no ano passado

Renováveis abasteceram 59% do consumo de eletricidade em Portugal no ano passado

A energia renovável abasteceu 59% do consumo de eletricidade em Portugal em 2021, sendo que destes 26% correspondem a energia eólica, 27% a hidroelétrica, 7% a biomassa e 3,5% a fotovoltaica.

 

A produção de energia renovável abasteceu 59% do consumo de eletricidade em Portugal em 2021, com destaque para a energia eólica, que representou 26%, enquanto a produção não renovável abasteceu 31%, segundo dados da REN, divulgados esta terça-feira.

De acordo com a REN – Redes Energéticas Nacionais, dos 59% do consumo de eletricidade abastecido por produção de energia de fontes renováveis no ano passado, 26% correspondem a energia eólica, 27% a hidroelétrica, 7% a biomassa e 3,5% a fotovoltaica.

No caso da energia solar fotovoltaica, ainda que tenha continuado a ser a menos significativa no conjunto das renováveis, a REN destacou o seu crescimento acentuado (37%) face ao ano anterior.

Já quanto aos 31% do consumo de eletricidade abastecidos por produção de energia não renovável em 2021, 29% dizem respeito a carvão, com a última central encerrada no final de novembro (Pego, em Abrantes) a representar menos de 2%.

Os restantes 10% correspondem a importação.

 

Ler mais
Jantar de Natal Corporativo

Jantar de Natal Corporativo

Realizou-se no passado sábado, dia 18 de dezembro, o jantar de Natal do Grupo IMEG, um momento de festa, convivo, partilha, sorrisos, alegria, e animação, muita animação.

Prezamos quem está connosco e, por isso, foi também hora de agradecer a todos aqueles que nos acompanham. Temos consciência que nem todos os dias são fáceis, mas que eles, os nossos, batalham muito e dão sempre o seu melhor. Eles são e dão a cara pela IMEG.

Por essas e por outras razões, juntar as nossas equipas neste tipo de eventos é fundamental pra nós, mesmo em contexto pandémico. A COVID-19 já nos tirou muitos momentos de convívio, muitas emoções, mas este ano não nos deixamos afetar nem infetar. Testamos todos os nossos colaboradores pois a segurança deles, bem como das suas famílias, é uma prioridade. E, uma festa segura é uma festa feliz.

Obrigado a todos os presentes!

EDP aumenta preços da luz em 2,4% em 2022

EDP aumenta preços da luz em 2,4% em 2022

A atualização, a partir de 1 de janeiro, traduz-se numa variação média de 90 cêntimos por mês na fatura da eletricidade das famílias.

As tarifas de eletricidade da EDP Comercial vão subir em média 2,4% em 2022, o que corresponde a um acréscimo na fatura das famílias de cerca de 90 cêntimos por mês, refletindo a subida dos custos da energia.

A EDP Comercial vai fazer uma atualização média de 2,4%, em linha com mercado regulado, a partir de 1 de janeiro. Esta atualização traduz-se numa variação média de 90 cêntimos por mês”, disse à Lusa a presidente da EDP Comercial, Vera Pinto Pereira, referindo que este aumento acontece “num contexto de subida relevante dos preços de energia no mercado grossista”.

intenção é manter as tarifas “ao longo de todo o ano de 2022”, adiantou a gestora, realçando que “a EDP Comercial dá assim continuidade à estratégia de estabilidade de preços que permitiu manter inalterados os preços dos clientes também em 2021, quando o mercado de energia atingiu valores recorde”.

EDP Comercial é o principal operador no mercado livre de eletricidade, com uma quota de mercado 74,3% em número de clientes, e de 41,7% em consumo abastecido, segundo os últimos dados divulgados pelo regulador, relativos a junho.

Ler mais
Como deseja contatar-nos?
Email